Não ensaio faz dias, como estou em turnê com o grupo cena 11 meus ensaios tem se limitado a pensar sobre o trabalho e melhorar a leitura do texto que faço em cena. Por mais absurdo que pareça, isso é ótimo, exceto para uma das ações que faço, porque as outras necessitam da minha total falta de controle. Explico, todas as minhas ações perambulam numa tentativa de deixar que o corpo reaja na relação explícita do objeto com o meu corpo, seja as ratoeiras, o choque, as bombinhas. Ensaiar essas cenas faz com que eu sinta menos, que eu me acostume a dor, que eu perca a naturalidade do susto e até o medo. Fingir a reação é uma das coisas que não deve acontecer no trabalho e isso ficou claro durante os ensaios com público que realizei.
02
mar
10
Adorei os textos, as análises e as imagens. Acompanho o Cena 11 há bastante tempo, quisera ter eu mesmo tempo para grafar alguma impressão mais substancial.
Abraço.
Oi Sandro! Obrigado pela visita, mas apesar de eu ser bailarino do cena 11, essa é uma pesquisa própria.
Abraço
Sim, saquei pelo Rumos. Eu mesmo já fiz algumas tentativas no projeto, só que na Literatura. Nenhum bem-sucedida, entretanto. Abraço.